segunda-feira, novembro 24, 2008

A tristeza invadiu, e possuiu o que tinha dentro de mim.
Vontade de morre e que quero pra mim
Vontade de viver não quero, nesse mundo não.
Sou mais um perdido na vida, mais um tomado pelo estresse global.
Não sei talvez seja fraco, mais me assusta o que vejo me da medo.
E por isso não tenho vontade de viver, nesse mundo não.
2012 não é o fim é o começo de muita dor, difícil acreditar que o mundo vai acaba em 2012, mais não é difícil de visualizar, hoje você lê e vê coisa que são difícil de acreditar.
2012 o mundo na vai acabar, vai decair, homem ou mulher ou velho ou criança é franco às futilidades da cobiça a ganância, a procura do aumento em tudo vai se o fim do bem, não é difícil de pensar onde hits de internet são estupro, brigas, sangue e a onde a TV mostra morte de um desconhecido e viro uma coisa normal e você acha mais interessante que a sua vida. Onde o sangue de outros é dinheiro pra outros. Que mundo nos estamos vivendo.

sábado, setembro 29, 2007

Espera

Foi tão longa
a espera
Tão longa!
Foram segundos que
se transformaram em horas
Foi o passar monótono
de uma vida vazia
Não lamento as horas
Não lamento a vida
Lamento a ausência de
sei lá, uma presença
nunca tocada mas...
quanto desejada!
Lamento mais, lamento a apatia
de um sofrer calado
Lamento a luta ?!
momentos vãos
Agora que tenho em minhas mãos,
tua presença.
louvo tudo!
Louvo mais
Louvo... a espera

( Marileide Antunes de Arruda ) escrita em 1971

Coisas

Sabe? eu...
queria lhe falar de coisas.
Não aqui, nem agora.
Mas em um outro local,
em uma outra hora.
Queria lhe falar de coisas
coisas que passei
coisas que sonhei
coisas que não realizei.
Queria lhe dizer de coisas de você
Coisas que você não me participou
mas que eu senti
Queria lhe dizer de coisas que você é
mas não sei porque coisas você esconde.
Esconde... atrás dessa fisionomia
despreocupada, alegre... ou será um tipo
de tristeza que conheço tão bem
Queria lhe dizer que
essas coisas que você é, sente e diz
talvez não sejam as mesmas coisas
que sou, sinto e digo
... mas são caisas.

(Marileide Antunes de Arruda) poesia escrita em 1971 - mãe te amo

sexta-feira, setembro 28, 2007

Ele disse:

Ele é um pokémon, só evolui. ( Augusto Cezar)

quarta-feira, setembro 19, 2007

Ela disse:

Garçom trás uma saudade, bem gelada. ( Manu Barem )

segunda-feira, setembro 10, 2007

O sol na Cara

O sol na cara

Acordas atrapalhado
Inseguro?Sou seguro?Diferente?
Estás talhado pra ser gente
ir em frente
ir em busca
Deixar o quarto
Quatro paredes, seu cobertor
As viagens na internet
Ir lá fora, além da porta
Colocar o sol na cara
sobre os pés de seu skate
Queres espaço,alçar seu vôo
A hora é essa,pedes passagem!
Falando fino,
falando grosso,
antes menino,
jovem adulto,
a sete chaves guardas um culto:nenhum altar, nenhuma prece
é só o Amor que aos seus oferece,
guardas também bem guardadinho,
entre os acordes de seu gasto violão
o coração,
de quem se encontrou em BH.

Marileide Antunes de Arruda

esse ai minha mãe fez pro meu irmao fernando.

domingo, setembro 09, 2007

da cor de chocolate

Da cor de chocolate



É da cor de chocolatea
boca que me sorri
É tão doce o seu ser
Vício gostoso sem culpa
Sem cobrança, sem pecado
Somente nesse Estado
É assim meu filho amado!
É da cor de chocolatea
raiva que dele esvai
se aborrece fica louco
quando dele fazem pouco.
É da cor de chocolateo
tempo de quem procura
nesses dias que nao passam
e em meio ao certo e errado
fica difícil ser natural
buscar um capitalencontrar " o que fazê "
se acampar em Campo G.
É da cor de chocolate
tudo que nele se vêchoro, raiva,gargalhada
Dá bandeira, da alegria
pede, dá, recebe amor
o amor que com amor se paga.



"Marileide Antunes de Arruda

poema escrito pela minha mãe.

segunda-feira, junho 27, 2005

Flor da Pele

Na flor da pele
Deixei plantar
Uma semente de carícia,
De tão profunda raiz.

Teve a brisa de seu beijo.
Teve o cuidado do seu abraço.
Teve o sol do seu olhar.
Teve a gota de seu suor.

Na flor da pele
Deixei crescer
Uma semente de malícia,
De tão daninha raiz.

Teve a brisa de minha dúvida
Teve o vento de meu tormento
Teve o sol da minha verdade
Teve a gota do meu prato.

Na flor da pele
Seca, sedenta, árida.
Nasceu, cresceu.
Forte e isolado
Um majestoso cactus de solidão.